quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Uma noite, uma dança.



Eu entrei naquele lugar, e me deixei levar pelo som.
Ouvi a música soar mais alto que minha dor.
Dancei e me entreguei.
O mundo pareceu mais leve aos meus olhos.
Quando a música se elevou, minha mente se enlevou
e a noite não passou de mais uma estrofe dessa música.
Meu corpo era um só junto ao ritmo.
Não havia quem ou o quê me fizesse parar.
O que me levava ali era muito maior,
o que me fazia dançar não me dava motivos pra parar.

Um comentário:

  1. Nossa pri fico encantada como vc escreve bem.
    Parabens amiga!
    Sobre o post, concordo, talvez só nossos filhos serão aquela pecinha que nunca encaixa no quebra-cabeça do dia dia.
    amo tu
    saudades
    mari

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